Como a eflorescência se forma?
A água dissolve sais presentes nos materiais ou em contato com eles. Ao migrar pelos poros e evaporar na superfície, pode deixar depósitos cristalizados visíveis.
O IPT relaciona umidade, sais solúveis e descolamento de revestimentos em investigações de campo e laboratório. Isso mostra por que o depósito não deve ser tratado apenas como questão estética.
Quais fatores devem ser investigados?
A origem pode envolver água de chuva, solo, instalações, condensação, execução recente ou falhas de impermeabilização. Mais de um mecanismo pode atuar simultaneamente.
- Localização e padrão das manchas.
- Relação com chuva, lavagem ou uso de áreas molhadas.
- Estado de juntas, ralos, tubulações e impermeabilização.
- Histórico de reparos e materiais aplicados.
Por que pintar novamente pode falhar?
Se o transporte de umidade e sais continuar, a pintura nova pode manchar, empolar ou perder aderência. A limpeza remove o depósito visível, mas não necessariamente elimina o mecanismo.
A investigação pode combinar inspeção visual, medição de umidade, análise de interfaces e ensaios selecionados conforme a hipótese técnica.
- Registrar antes de limpar.
- Verificar fontes de água próximas.
- Avaliar extensão além da área visível.
- Definir reparo somente após compreender a causa provável.
Quando solicitar avaliação técnica?
Recorrência, perda de aderência, ambiente constantemente úmido ou associação com fissuras justificam análise mais detalhada.
A COTA16 avalia o sistema e o histórico para orientar o próximo passo, sem prometer diagnóstico por fotografia.
Fontes oficiais consultadas
PRECISA DE ANÁLISE TÉCNICA?


