Por que o concreto pode fissurar e desplacar?
Segundo o IPT, os produtos da corrosão ocupam volume maior que o metal de origem e podem gerar fissuração seguida de desplacamento do concreto, expondo a armadura ao ambiente.
A corrosão pode ser favorecida por ingresso de dióxido de carbono, cloretos, umidade e falhas de proteção, mas a identificação do mecanismo exige investigação do elemento e de sua exposição.
Quais sinais devem ser registrados?
Observe localização, extensão, orientação e evolução. Áreas em altura exigem controle imediato do risco de queda de fragmentos.
- Manchas alaranjadas ou escorrimentos de ferrugem.
- Fissuras acompanhando a posição provável das barras.
- Som cavo, lascas ou concreto destacando.
- Armadura aparente, úmida ou com perda visível de seção.
Como a inspeção técnica é organizada?
A avaliação começa pelo histórico, exposição, geometria e mapeamento visual. Conforme o objetivo, podem ser necessários ensaios de campo e laboratório para estimar condição do concreto e atividade de corrosão.
Um reparo localizado sem compreender o entorno pode não interromper o mecanismo e pode exigir reavaliação posterior.
- Delimitar e proteger a área de risco.
- Mapear manifestações por elemento.
- Selecionar ensaios compatíveis com a hipótese.
- Definir projeto e controle do reparo.
O que não fazer antes do diagnóstico?
Evite cobrir ferragem exposta com material aleatório ou remover concreto sem avaliar estabilidade, cobrimento e procedimento de reparo.
A COTA16 pode estruturar a inspeção e indicar o escopo técnico adequado ao caso.
Fontes oficiais consultadas
PRECISA DE ANÁLISE TÉCNICA?


